segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Detonando na balada...


Limite de velocidade


sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Reunião na Carpintaria...é longo o texto, mas vale a pena refletir...


Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia.
Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.
A causa?
Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa.
Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: "Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes."

A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.
Ocorre o mesmo com os seres humanos.
Basta observar e comprovar.
Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades...
isto é para os sábios...

Recebi sem Autoria...
Mas achei Fantástico !!!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Rainer

O tempo não é uma medida.
Um ano não conta, dez anos não representam nada.
Ser artista não significa contar,
é crescer como a árvore que não apressa a sua
seiva e resiste, serena, aos grandes ventos
da primavera, sem temer que o verão possa não vir.
O verão há de vir.
Mas só vem para aqueles que sabem esperar,
tão sossegados como se tivessem na frente a eternidade.

sábado, 2 de agosto de 2008

(William Shakespeare)


"Dê vazão a tristeza;

a mágoa que não fala,

susurra ao coração sobrecarregado

e ordena-lhe

partir-se..."

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Da Felicidade



Da felicidade

Hui Tzu caminhava com Chuang Tzu pela beira do rio, e Chuang comentou: “veja como os peixes estão alegres no riacho!”

“Um momento”, disse Hui Tzu. “Já que você não é um peixe, como sabe que eles estão alegres?”

“E já que você não sou eu, como sabe que eu não sei que os peixes estão alegres?”, disse Chuang Tzu.

Hui contra-atacou: “se eu, não sendo você, não posso saber o que você sabe, imagine você, que não é peixe, saber o que eles sabem!”

“Deixemos de discussões inúteis”, replicou Chuang Tzu. “Voltemos a pergunta original: como eu sei que os peixes são felizes?”

“Exato”, disse Hui.

“Porque me fazem feliz”, concluiu Chuang. “A felicidade contagia”.

(Paulo Coelho)

quinta-feira, 31 de julho de 2008


FELICIDADE

===Edmen===

Inúmeras vezes a mim mesmo perguntei:
O que é a felicidade?
Onde está?
Como encontra-la?
Essas foram indagações formuladas ao meu ego, mas tendo o silêncio como resposta.
Cheguei a pensar que a felicidade é o "ter", é o "doar” o "receber", ou o "encontrar”. Pode até ser o "ter", por que quando tenho não preciso encontrar.
Pode ser o "doar", por que quando dôo é porque tenho. Ou ainda, pode ser o "receber", por que quando recebo, supro a necessidade de ter e tendo posso doar.
Mas também pode ser o "encontrar", por que quando encontro, preencho a necessidade de ter. Existem inúmeras maneiras de definirmos a felicidade e de sermos felizes.
Somos felizes quando tomamos posse de
Uma nova casa, quando trocamos de carro adquirindo um novo modelo, quando recebemos do nosso médico a notícia de um exame que deu negativo, por causa de alguma doença que suspeitávamos.
Estamos felizes quando somos pai ou mãe pela primeira vez e nos sentimos deuses, quando uma viagem realizada deu tudo certo e regressamos ao lar com o coração suprido de felicidade, ou ainda quando revemos amigos distantes.
Mas a felicidade não é só isso!
Nós podemos ser felizes sem ter, sem doar, sem receber, sem encontrar.
Simplesmente por que a felicidade é o momento, é o agora, é o prelúdio em que nossa alma se encontra ou é o sentir a paz fluindo do nosso interior, fonte inesgotável do amor.
Felicidade também é o momento em que você lê essa reflexão e sente-se flutuar, vendo-se na imensidão do eterno, longe de tudo, mas com os pés no chão, ou ainda, felicidade é ter a própria felicidade plantada no coração.